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SER OU NÃO SER LÍDER?
04/02/2011

Por Raissa Coppola
 
Liderança é um assunto polêmico. Alguns profissionais têm de sobra, outros ficam devendo. Muitos consultores e estudiosos da área de recrutamento e seleção afirmam que essa característica nasce com o empregado; outros garantem que essa qualidade pode ser incorporada e aprimorada ao longo da vida profissional. Para esclarecer a questão, o blog da ABRH-Nacional conversou com a vice-presidente da associação, Elaine Saad.
Primeiramente, segundo Elaine, é preciso explicar que existem vários tipos de liderança, diferentes tipos de líderes e situações particulares em que alguém assume essa posição. Um líder é alguém que influencia e consegue transmitir confiança, segurança e força. “São pessoas que, por razões específicas, conseguem motivar um time e fazer com que ele trabalhe em prol de um benefício maior”, afirma Elaine.
Os líderes podem ser divididos em: (1) autoritário, aquele que determina as ideias e cobra obediência da equipe; (2) indeciso, que não assume responsabilidades e demonstra insegurança; (3) democrático, que trabalha pelo time e se preocupa com a satisfação coletiva; (4) liberal, que dá total liberdade ao grupo, mas acaba participando pouco das ações; (5) situacional, sem personalidade e sem firmeza em momentos de decisão; e, finalmente, o (6) emergente, que assume a liderança diante de uma situação inesperada, mas que conquista o grupo e trabalha pelo reconhecimento geral.
Enquanto alguns profissionais rejeitam essa alcunha, outros fazem questão de ter a liderança como característica em seu perfil profissional. Haveria então alguma receita para uma pessoa se tornar mais líder? Segundo Elaine, é possível melhorar, mas a chave para alcançar esse status é o autoconhecimento. “Para liderar uma equipe, você precisa entender se gosta disso e se quer isso para si. Liderança é cuidar do seu trabalho e ainda ajudar os outros nos deles”, explica.
A executiva ainda faz questão de desmistificar a relação entre esse atributo e a realização profissional. “A liderança acontece naturalmente ou quando a buscamos. Seja como for, ela não deve ser o foco, mas sim uma condição em nossa carreira”, destaca.
 
Texto extraído do blog http://abrhnacional.org

 

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